Empresas apostam nas redes sociais, mas só certas fichas

29 10 2010

A pesquisa aplicada pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) aponta que 65% das empresas já estão presentes nas redes sociais. Apesar da alta adesão, apenas 7% consideram que utilizá-las seja de fato imprescindível.

 

Longe disso, a maioria encara apenas como uma iniciativa desejável (47,9%). “Apesar das redes sociais estarem num patamar de alta utilização pelas empresas, elas ainda são vistas como um canal complementar. Ou seja, todos entendem como um meio de comunicação muito importante, mas não fundamental. A maioria ainda está em fase de teste, buscando entender como isso realmente pode agregar ao seu negócio.”, acrescenta Richard Lowenthal, Diretor Executivo do Ibramerc.

As redes sociais de maior destaque entre as empresas são: Twitter (84%), YouTube (62%) e Facebook (61%). Para os entrevistados, o Twitter é a bola da vez e foi apontado como a rede mais relevante para 42% das organizações. Para Lowenthal, “o twitter é a onda do momento no que se refere às redes sociais. Diferente de outras, demanda menos esforço de atualização”.

Para 45% dos pesquisados, o fortalecimento da marca foi apontado como o maior benefício trazido pelas redes sociais. Esse número se coloca em oposição aos 44% que alegam que as redes ainda não trouxeram nenhum benefício. O restante divide-se entre os que tiram proveito das vantagens através da geração de vendas e fidelização, 5% e 6%, respectivamente.

Além dos benefícios identificados acima, as redes sociais também tem sido aproveitadas pelas empresas para ações de coleta e análise de informações. A idéia é usar esse novo meio até mesmo saber o que a concorrência está fazendo. Segundo a pesquisa, as práticas mais comuns são: monitorar o mercado (46%), o comportamento dos clientes (45%) e a concorrência (39%).

“Apesar das redes sociais estarem num patamar de alta utilização pelas empresas, elas ainda são vistas como um canal complementar”, afirma Richard Lowenthal, Diretor Executivo do Ibramerc.

Via: Ibramerc





As agências continuam contratando

20 10 2010

Como dissemos há poucos dias, o mercado está aquecido para quem trabalha com comunicação, principalmente online.

Desta vez são duas oportunidades para trabalhar com web na CDN Comunicação Corporativa uma das principais agências de comunicação do país:

Cargo:  Gerente de Operações

Nível hierárquico: Gerente

Para quem reporta: Coordenador de Operações

Atividades:

  • Montar banco diversificado de fornecedores nas áreas:

o    Conteúdo

o    Criação

o    Programação

o    Arquitetura de Informação

o    outros

  • Atualizar o banco de fornecedores;
  • Gerenciar o pagamento dos fornecedores;
  • Analise qualitativa dos fornecedores;
  • Primar pela qualidade dos fornecedores;
  • Atender as solicitações das equipes de projetos especiais e Jobs.
  • Gerenciamento de contrato.

Competências:

  • *Organização;
  • *Proativo;
  • *Conhecimento de planejamento digital;
  • Conhecimento das mídias sociais (Orkut, Facebook, YouTube etc.);
  • Analise técnica;
  • *Habilidade de comunicação;
  • Experiência em agência digital;
  • Experiência em produção digital;
  • *Conhecimento nas áreas de desenvolvimento (TI e Criação);

Cargo: Gerente de Jobs

Nível hierárquico: Coordenador

Para quem reporta: Coordenador de Operações

Atividades:

  • Avaliar o planejamento;
  • Definir os recursos;
  • Organizar as demandas da área de Atendimento Digital;
  • Gerenciar os fornecedores;
  • Avaliar as entregas dos fornecedores;
  • Fazer abertura da ordem de serviço (OS);
  • Desenvolver o cronograma dos jobs;
  • Qualificar os fornecedores e jobs;
  • Fechar os jobs para faturar (fornecedor e cliente).

Competências:

  • *Organização;
  • *Proativo;
  • Conhecimento de planejamento digital;
  • *Senso critico;
  • Analise técnica;
  • *Habilidade de comunicação;
  • Desenvolvimento de cronograma;
  • Multitarefa;
  • *Multidisciplinar;
  • Experiência em agência digital.

Mais informações:
Eduardo Kubota
eduardo.kubota@cdn.com.br
11-3643-2810





Um pedacinho da internet criativa

19 10 2010

Há dois dias ímpares atrás, dia 15 de outubro, um amigo que admiro postou em seu blog um pequeno post com um link para um ppt do Google Creative Labs. O arquivo mostra alguns projetos muito legais e criativos que foram possibilitados pela internet.

Como não é um material para se ver em 10 minutinhos, só digeri agora.

Vale a pena conferir e se inspirar:       Confira aqui!





Lançamento do livro ROI em Comunicação dia 26/10

14 10 2010

Muitos profissionais se perguntam e são questionados a respeito do retorno que as ações de comunicação podem trazer. Com a capacidade de mensuração que a internet trouxe, outras mídias/canais começaram a ser impactados.

O que atingir? Valor de marca, buzz mídia, engajamento, awarness, share of mind, fidelidade, vendas… Como medir tudo isso?

Está saindo do forno um livro brazuca para mostrar como isso pode ser feito. Mais de 30 metodologias aplicadas em grandes empresas nacionais e uma pesquisa feita com 50 organizações do mercado brasileiro.

Para se inscrever na palestra, envie email para sara.brito@difusaoeditora.com.br ou ligue para (11) 4227-9400.

*Tive aula com o Professor Mitsuru no Digicorp na ECA-USP (que já está com inscrições abertas) e acho que o livro vai estar ótimo.

Abaixo, a animação que o pessoal do incometrics fez para explicar o conteúdo do livro.

Vamos?!





Silvio Meira na CDN – inovação, estratégia, agências e comunicação

1 10 2010

Esta semana Silvio Meira esteve na CDN conversando sobre inovação, estratégias corporativas e o posicionamento das agências diante das mudanças na comunicação.

Separei aqui, três vídeos que produzimos e partes da conversa que achei interessante compartilhar com os leitores do blog da CDN Interativa:

Agências e comunicação, metamorfoses ambulantes

O mercado está em constante transformação, a imprensa brasileira já anunciou o fenômeno das redes sociais e até o presidente está incluindo o twitter em seus discursos. Com isso, nota-se que as agências de comunicação, outrora intermediadoras entre anunciantes e mídias, passam a ter um papel diferente. Papel este que não é simples consequência das redes sociais, é uma característica da horizontalização da comunicação.

O broacdast que disseminava informação de uma forma vertical e, de certa maneira imposta, está dando lugar à conectividade que permite interação entre os agentes produtores e consumidores de mídia e conteúdo. Ou seja, agora todo mundo está mais conectado e isso permite que indivíduos possam causar o mesmo impacto na rede que uma grande corporação causaria.

Inovar é questão cultural

Enquanto inovar pode parecer um produto apresentado por agências, o Centro de Estudos e Sistemas Avançados de Recife (C.E.S.A.R.), onde Silvio é cientista-chefe e coordenador do grupo de inovação, define inovação como “emitir mais e melhores notas fiscais”.

Nosso convidado também citou Peter Drucker, lembrando que “inovação é a mudança de comportamento dos agentes no mercado”. Para Silvio, essas duas definições precisam andar juntas para se atingir uma inovação de verdade. Caso contrário, ficaremos apenas no campo das ideias.

Por isso, inserir grandes empresas neste contexto atual de comunicação e fluxo de informação não é tão simples quanto possa parecer. Segundo o professor, o principal motivo é que as empresas precisam primeiramente tornar-se redes mais sociais. Outro ponto chave é descobrir com usar a estrutura hierárquica de tomada de decisão que as organizações possuem para facilitar a troca de conhecimento entre silos de modo a gerar uma construção coletiva do conhecimento.

Usando essa troca de conhecimento interna, as empresas passam a operar na chamada economia do conhecimento, economia esta que, quando bem utilizada, pode ser o diferencial estratégico tão desejado e buscado pelas companhias. Mas isso é uma questão, antes de mais nada, cultural.

Confira abaixo os vídeos da conversa:

Inovação


Estratégia


Agências e comunicação









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